quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O compromisso com os excluídos é um dever do católico!

Apenas com muita sabedoria e intimidade com o Pai pode - se revelar que os excluídos estão entre as figuras mais importantes para os católicos. Assim fez Papa Francisco ao celebrar sua primeira missa do galo, afirmando que enquanto os excluídos estão à margem, eles foram os primeiros a reconhecer Cristo como rei dos reis já no nascimento, representado pelos pastores. Irmãos, neste Natal oremos para que tenhamos fé, a fim de que possamos contemplar Cristo nos excluídos, nos marginalizados.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

NOTA EXPLICATIVA DO CANCELAMENTO DO EVENTO "QUERO PAZ"

NOTA EXPLICATIVA DO CANCELAMENTO DO EVENTO “QUERO PAZ”


Caríssimos irmãos e irmãs, saúdo – vos com a paz de nosso Senhor Jesus Cristo.
Às 17 horas e trinta minutos do dia 10 de dezembro de 2013 encontravam – se reunidos na capela São João Batista o Ministério de Louvor Querubins representado nas pessoas de William Lima, Clemilton Vasconcelos, Roberto Aguiar e Hêlam Mendes e com a presença de nosso colaborador Aristides Barbosa.
Iniciando a reunião com uma reflexão seguida de oração conduzida por Hêlam Mendes, Clemilton Vasconcelos dispôs as devidas pautas a serem trabalhadas/abordadas. Estas são resumidas a apenas o dia do evento “Quero Paz”, visto que, estamos passando por constantes momentos de turbulência no território que compreende os bairros Padre Palhano, Sumaré e Dom José. Diante de tais acontecimentos vimos à necessidade de estarmos reformulando a data do evento que até o momento permanecia em 14 de dezembro. Apesar de estarmos trabalhando a paz, o sim no dizer quero paz, tudo se torna diferente quando temos vidas de pessoas envolvidas, vidas que vão para além das nossas. Logo, com uma visão paralela as pessoas que estariam prestigiando o evento, tanto quanto as que estariam colaborando para sua realização, nos vêm como alternativa estarmos cancelando o evento Quero Paz no mês de dezembro. A fim de preservarmos a integridade física das pessoas que iam de se fazerem presentes no local.
As nossas mais sinceras desculpas a todos (as) aqueles que deram seu sim à causa, à luta ao nosso lado. No entanto, pudemos ver que o tempo certo está por vir, o Kairós, tempo divino.
Deixamos bem claro que o cancelamento do evento “Quero Paz” para o mês de dezembro não representa o fim, mas o começo, é tempo de nos fortificarmos, de buscarmos a força na fonte eterna, Cristo Jesus.
É tempo de fortaleza, de ouvirmos e executarmos a vontade de Deus Pai.

Axé! Graça e Paz!


Atenciosamente,
Ministério de Louvor Querubins.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Alguém me quis aqui - Pe. Zezinho

Leia e aprofunde esta reflexão. É difícil crer, sem passar por esta decisão de valorizar Deus como o Grande Outro de quem vieram todos os outros e entre eles o meu e o seu pequeno eu.
Um grande outro, a quem chamo "DEUS", nos criou a todos, e graças a Ele podemos dizer EU SOU, porque Ele foi o primeiro que usou esta expressão e continuará a usá-la eternamente. Por causa Dele, também nós poderemos dizer que somos enquanto existirmos. Eu sou quem sou é expressão muito mais profunda do que se possa imaginar. Afirma-nos como ser no meio de outros seres, mas nos torna mais do que cópias ou números. Nunca ninguém será eu, assim como eu jamais serei o que o outro é. No máximo serei como ele é.
Tudo começou com o ser que é, porque o Ser que É QUEM É resolveu um dia me criar e colocou-me aqui, neste tempo, nesta era, nesta hora, desses pais, com esses irmãos e nesse país para que eu seja! Não o fez por acaso. Quis criar mais um ser pensante e mais uma vida preciosa e me quis feliz.
Nasci para ser feliz porque Deus não cria ninguém para ser infeliz.
É meu primeiro chamado.
Nasci para fazer os outros felizes...
É meu segundo chamado.
Cada um de nós precisa descobrir como ser feliz e como fazer alguém feliz, pelo amor, pela convivência, pelo trabalho, pela profissão, pela palavra, pelos gestos, pela fé, pela cultura e por tudo o que pode facilitar a vida do meu irmão. Se sei fritar ovos e fazer pastéis posso resolver o problema de muita gente. É um jeito de me realizar. Se faço curativo no pé do meu amigo é outro jeito. Se carrego a cruz com ele, outro jeito. Se entendo de remédio, se opero, se limpo as ruas, se preparo carne, se planto verdura, se dou aulas, se fabrico brinquedos, se faço pão, tudo faz parte da minha missão de ser feliz, fazendo o que faço, e com isso, ajudar o meu irmão a ser feliz.
Não há como escapar a essa verdade. Nasci para ser feliz e fazer os outros felizes. Minha religião pode me ajudar nisso. Tenho o exemplo de milhares de santos que conseguiram. Tenho os ensinamentos da minha comunidade de fé. Tenho a Bíblia. E o que é mais importante: tenho Jesus, porque de fazer alguém feliz, ele é quem mais entende!
Sem esta mística andaremos pela vida como quem vai a uma feira com milhares de pessoas e esbarra em milhares delas sem sequer dizer um oi, tchau, bom dia, paz a você. Tocamos sem tocar, olhamos sem olhar, notamos sem notar, passamos sem passar. Vivemos a solidão de uma ilha. Os outros terão que vir a nós, porque nós não sabemos ir aos outros.
O verbo é ir... Quem não vai ao outro corre o risco de não saber porque veio a este mundo. Alguém nos quis aqui! E os verbos desse envio são: ser para os outros, amar os outros e ir aos outros! Sem isso, corremos o risco de virarmos ilhas. Sem o outro, nosso eu perde o seu sentido!

www.padrezezinhoscj.com

domingo, 11 de agosto de 2013

11 de Agosto - Santa Clara de Assis

Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica, onde possuía de tudo. Porém o que a menina mais queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis. Aliás, foi Clara a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal franciscano. Sua família, entretanto, era contrária à sua resolução de seguir a vida religiosa, mas nada a demoveu do seu propósito.

No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Depois disso, Clara, a conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.

Pouco tempo depois, Francisco levou-as para o humilde Convento de São Damião, destinado à Ordem Segunda Franciscana, das monjas. Em agosto, quando ingressou Pacífica de Guelfúcio, Francisco deu às irmãs sua primeira forma de vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de "Damianitas", depois, como Clara escolheu, de "Damas Pobres", e finalmente, como sempre serão chamadas, de "Clarissas".

Em 1216, sempre orientada por Francisco, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Mas conseguiu o "privilégio da pobreza" do papa Inocêncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano. O testemunho de fé de Clara foi tão grande que sua mãe, Ortolana, e mais uma de suas irmãs, Beatriz, abandonaram seus ricos palácios e foram viver ao seu lado, ingressando também na nova Ordem fundada por ela.

A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando. Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visões projetadas na parede da sua pequena cela. Lá, via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja. Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visão numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pôde assistir ao santo ofício que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisão e de todos os seus profissionais.

Depois da morte de são Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele. Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mãos o Santíssimo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exercito dos turcos muçulmanos.

No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as sua "irmãs clarissas" asseguradas. Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV proclamou santa Clara de Assis.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo

Prece do Pai

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, porque é difícil e pesado o encargo de sustentar a família e dar-lhe o bem-estar e a tranquilidade; 
e é quase heroísmo ser alegre com os familiares quando pesam as preocupações pessoais e os problemas da profissão. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu realize o diálogo com minha esposa e os filhos. Que eu seja aberto para ouvir, humilde para propor, sábio para decidir e co-responsável para realizar. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu saiba descobrir os valores de minha esposa e os talentos de meus filhos; e os ajude a desenvolvê-los. Saiba corrigir com amor, sem destruir nem humilhar. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu defenda a dignidade do meu lar contra a imoralidade atrevida e a permissividade tentadora, vivendo o amor com fidelidade e construindo a união que faz o lar feliz. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu possa ser sempre um testemunho de fé em Deus, coragem nas dificuldade, paciência nas provações e esperanças na dor. 
E que pelo apostolado familiar, ajude outras famílias a serem mais felizes. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu saiba dar valor à experiência sem me prender ao passado, saiba ser moderno e atualizado sem ser superficial e vazio; e conserve bem viva a vontade firme de acertar. 

Ajudai-me, 
Senhor, na missão de pai, para que eu creia firmemente que a grandeza da paternidade, 
assim vivida, não termina nem mesmo com a morte, porque os seus frutos são eternos.

Fonte: http://www.paulinas.org.br